-Corram ele foi por ali
-Vamos mata-lo
-Matem a criatura!
Todos critavam e corriam atráz da fera que urrava e saltava entre
as arvores por meio a floresta tentando se esconder daqueles que o
perceguia.
Correndo por entre os campos o aquilo que chamavam de criatura não
tendo mais por onde ir e nem fugir resolve mudar seu curso em
direção do vilarejo abandonado.
-Marcus vamos nos separar - diz Caios
-Tudo bem Caios, mas cuidado não sabemos onde a fera pode estar! -
exclamou Marcus ao amigo.
-Pode deixar Marcus, minha espada esta afiada.
E trocando um sorriso maldoso Caius parte em direção contraria ao
amigo.
Marcus segue com seu cavalo mata a dentro com sede de destruir e
livrar seu povo da tal fera.
Marcus cavalgava incansavelmente até chegar na entrada de um
vilarejo, que até então era desconhecido ao conhecimento do jovem
que buscava livrar seu povo do medo e pânico que a tal fera
trazia.
Entrando no vilarejo Marcus sentio um vento frio cortar por entre
ele, mas continuou adiante, só havia ele naquele lugar, um lugar
vazio onde um vilarejo todo desapareceu numa noite escura e de frio
intenso, lugar que fora amaldiçoado pelas criaturas que ali
passaram e exterminaram o povo que ali viviam.
Um pouco mais adiante o cavalo de Marcus parou e não quis mas
prosseguir,Marcus por sua vez ja pode desconfiar doque ali poderia
estar, só não sabia que dali por diante sua vida mudaria para
sempre, ou melhor todo o sempre.
Entrando num beco Marcus escutou uma respiração muito forte vindo
de uma das casas onde estava por perto e seguindo o som que cada
vez que houvia lhe causava arrepios, ele teve certeza que estava
chegando cada vez mais perto da tal fera.Parando frente a uma casa
onde parecia que um furação passara ele sentiu um calafrio
transbordar seu corpo, arrancou a espada das costas e em punhando-a
suspirou fundo e entrou por entre a porta entreaberta da
casa.
Dentro da casa só haviam estroços jogados para todos os lados,
Marcus seguiu adiante até que chegou em um quarto enorme cheio de
madeira por todo o lado e ouvindo a respiração profunda que não
sabia identificar de onde vinha disse:
- Apareça fera, serei eu Marcus que irei de uma vez por todas
acabar com você.
Um rosnado furioso se pode escutar claramente por de tráz das costa
de Marcus.
Marcus segurando firmemente a espada que estava a sua mão se vira
rapidamente e num salto muito rapido a fera cai por cima de Marcus,
que se assusta com a tal fera o encarando e grtando pela dor de ter
uma espada atrevessando seu corpo.
Marcus então olha para a tal fera que nunca haia visto nitidamente
e de tão perto e se surpreende pois não era nenhuma besta, era um
lobo, um lobo grande maior doque qualquer homem que ele ja havia
visto.
O lobo caia para o lado e Marcus conitua ali caido ao seu lado,
quando o tal lobo começa a se transformar pouco a pouco até chegar
a forma de um humano, sim um humano assim como Marcus e todos os
outros que o caçavam.
Marcus adimirava o acontecimento pois nunca havia visto nada igual
em toda sua vida.
O Lobo agora em forma de homem diz:
-Veja meu caro jovem, não sou nenhuma aberração, sou homem como
você.
-Mas como pode? - Pergunta Marcus ao tal homem.
- Não sou assim porque quero, ja nasci assim, muitos foram
transformados e alguns como eu ja nasceram assim.Não temos culpa de
ser oque somos, de dia vivemos como homens normais, mas de noite,
ah a noite!( suspira o homem), a noite somos feras e corremos pelos
campos,(hummnnm- gemeo de dor o homem.
-Continue fera- disse Marcus
- Como dizia a noite corremos pelos campos e saltamos por entre as
arvores e vivemos assim desde o começo dos tempos, correndo e
caçando.
- Como podem se transformar em lobos e comerem pessoas? vocês são
um malditos! - exclamou Marcus
- Malditos? não diria assim meu jovem se soubesse a força que nós
temos, se soubesse como podemos ser rapidos e varejar a quilometros
de distancia, acho que dom seria a palavra certa e não maldição -
disse o homem.
- Continue fera - Pediu Marcus
- Não me resta muito tempo jovem, na verdade não me restam muitos
minutos, ja posso sentir o meu fim.
- Aguente fera e me diga como vocês são transformados e por quem? e
como sobrevivem? -disse Marcus
- A trasformação é feita por aqueles que nascem assim, como eu
nasci, e um humano transformado carrega a maldição consigo até a
setima lua cheia após ser amaldiçoado, e dai por diante sobrevive
com o sangue dos humanos, mas vou lhe contar um segredo é possivel
sobrivever com sangue de animais, mas nunca ouvi falar de ninguém
que o tenha feito, pois depois de provar o sangue humano é
praticamente impossivel voltar a viver de sangue de animais.
Com a respiração quase minima o homem diz ao jovem Marcus:
- Por séculos a nossa raça foi responsavel pela sobrevivência da
sua, pois existem seres muito piores que nós, seres que bebem o
sangue das vitimas por prazer e não pra se manterem vivos assim
como nós(hummnm- geme mais uma vez o homem),Mas eu não posso morrer
e deixar esses serem acabar com toda a raça humana.
- Que seres são esses fera? me diga! - exclamou Marcus
- Você descobrirá meu jovem, infelismente descobrirá. - Afirmou o
homem a Marcus.
E num movimento rapido o homem cravou suas unhas no braço de Marcus
e disse:
-Aliás meu jovem como se chama? - perguntou o homem
- Me chamo Marcus! - respondeu ao homem com uma voz tremula pela
dor que as unhas do homem lhe causavam.
- Aliás Marcus ja ia me esquecendo, a maldição é passada quando nós
Lobisomens ferimos um humando assim com acabo de fazer com
você.
- Marcus olhando para o braço sangrando entre as unhas do homem
diz:
- Oque? Como?
- Simples meu jovem, apartir de hoje na setima lua cheia
descobrirás. - disse o homem dando poucos suspiros.
- Queime meu corpo e guarde com você o nosso segredo, na sétima lua
cheia tudo irá se esclarecer, e lembre-se agora o destino da sua
raça esta nas suas mão, proteja-os das criaturas.
-Que criaturas ? - Diz Marcus
-Descobrirás Marcus, descobrirás! - exclama o homem caindo para o
lado se soltando o braço de Marcus.
Marcus Gritava perguntando sobre as tais criaturas mas era em vão a
fera havia morrido.
Marcus então juntou as madeiras que por ali estava a
ateou gogo na casa queimando a tal criatura, enquanto
caminhava em direção ao cavalo que deixara para tráz a casa se
desfazia em meio ao fogo.
Marcus saltou sobre seu cavalo e partiu em direção ao sua vila;
enquanto corria com seu cavalo olhava para o braço e lembrava das
palavras da criatura.
Chegando em sua vila ja era dia e o pessoal conversava por entre as
ruas sobre a tal fera que não conseguiram capiturar, em meio ao
todos aqueles aldeões conversando Marcus Para o cavalo e ser descer
do mesmo grita.
- Amigos não se preocupem a paz voltara a reinar, pois a criatura
que nos asombrava agora não passa de cinzas.
- Então você o matou? - Disse Caios
- Veja meu nobre amigo -Disse Marcus mostrando-lhe o braço ferido e
a espada ensanguentada.
- Viva minha gente estamos livres das feras, vamos comemorar
-gritou Caios para a multidão.
E todos começaram a comemorar com Caios e Marcus, porém Marcus
sentiasse confuso com tudo que havia acontecido e ouvido da tal
fera.Porém comemorava o fim das criaturas, só não sabia que logo se
tornaria uma também.Logo se tornaria a fera que acabara de
matar...
Capitulo 1 escrito em segunda 20 julho 2009 01:56
Apresentação escrito em segunda 20 julho 2009 01:46
Num tempo muito distante das épocas atuais existiram criaturas que lutavam por sua sobrevivência dentre os humanos, criaturas que eram nomeadas de aberrações, temidos por todos os humanos e por não humanos também, caçados pela humanidade um a um até que chegou o dia em que mataram a ultima criatura, a ultima aberração, até o dia que mataram o ultimo da raça dos lobos-homens.
Ou pelo menos acharam que mataram...
Apresentação escrito em segunda 20 julho 2009 01:46
Num tempo muito distante das épocas atuais existiram criaturas que lutavam por sua sobrevivência dentre os humanos, criaturas que eram nomeadas de aberrações, temidos por todos os humanos e por não humanos também, caçados pela humanidade um a um até que chegou o dia em que mataram a ultima criatura, a ultima aberração, até o dia que mataram o ultimo da raça dos lobos-homens.
Ou pelo menos acharam que mataram...


